dogue brasileiro

“tigresa pioneira ,1 doque brasileira 1978”

pedro dantas criador da raça

Pedro Ribeiro Dantas, em 1978, era criador de bullterriers e aceitou a pedido de um vizinho cruzar seu bullterrier com a boxer do vizinho.

Nascida a ninhada, Pedro gostou de uma filhote e resolveu criá-la, batizando-a com o nome de Tigresa por conta da sua marcação de pêlos rajada. A medida que Tigresa crescia, demonstrava excepcionais qualidades. Era muito obediente, muito carinhosa, aprendia fácil e tinha uma excelente compleição física e vigor. Ao contrário dos bull terrier, que com o passar dos anos sua seleção privilegiou o desenvolvimento de hipertipias (características físicas exageradas) em detrimento da funcionalidade (parecido com o que aconteceu com o buldogue ingles , Tigresa era uma cadela muito funcional, ágil, forte e excelente na guarda. Seu vigor físico era superior aos dos bull terriers não se cansava fácil, cheia de disposição e sem problemas de saúde ou estruturais musculo-esqueléticos. Também se notou que Tigresa era uma cadela muito mais tolerante em relação aos outros caes quando os mesmos provocavam ela costumava esquivar das agressões e se impor a eles sem usar da agressividade usando apenas o seu potencial físico superior e seu equilíbrio.

Percebendo que da cruza resultou num cão funcional, equilibrado, excelente na guarda e com excelente vigor físico, Pedro procurou informações junto a outras pessoas que pegaram filhotes da ninhada para criar. Seus donos relataram que os cães eram excelentes na guarda, extremamente dóceis com a família assim como tinham também um excelente vigor físico.

Procurou-se então fazer mais uma cruza de bull terrierboxer (entre cães diferentes da primeira cruza) para ver se as características da ninhada se mantinham.

Ao comprovar que as características se mantinham, cruzou-se os cães de diferentes linhas de sangue para ter a certeza se nasciam cães com as mesmas características ou com as hipertipias dos seus ancestrais.

Foi comprovado mais uma vez que as características se mantinham, então foi decidido iniciar o desenvolvimento de uma nova raça canina.

Nascida a ninhada, Pedro gostou de uma filhote e resolveu criá-la, batizando-a com o nome de Tigresa por conta da sua marcação de pêlos rajada. A medida que Tigresa crescia, demonstrava excepcionais qualidades. Era muito obediente, muito carinhosa, aprendia fácil e tinha uma excelente compleição física e vigor. Ao contrário dos bull terriers, que com o passar dos anos sua seleção privilegiou o desenvolvimento de hipertipias (características físicas exageradas) em detrimento da funcionalidade .Tigresa era uma cadela muito funcional, ágil, forte e excelente na guarda. Seu vigor físico era superior aos bull terriers e boxers ,não se cansava fácil, cheia de disposição e sem problemas de saúde ou estruturais musculo-esqueléticos. Também se notou que Tigresa era uma cadela muito mais tolerante em relação aos bull terriers, quando os mesmos provocavam ela costumava esquivar das agressões e se impor a eles sem usar da agressividade usando apenas o seu potencial físico superior e seu equilíbrio.
Percebendo que da cruza resultou num cão funcional, equilibrado, excelente na guarda e com excelente vigor físico, Pedro procurou informações junto a outras pessoas que pegaram filhotes da ninhada para criar. Seus donos relataram que os cães eram excelentes na guarda, extremamente dóceis com a família assim como tinham também um excelente vigor físico.

Procurou-se então fazer mais uma cruza de  bull terrier boxers (entre cães diferentes da primeira cruza) para ver se as características da ninhada se mantinham.

Ao comprovar que as características se mantinham, cruzou-se os cães de diferentes linhas de sangue para ter a certeza se nasciam cães com as mesmas características ou com as hipertipias dos seus ancestrais.

Foi comprovado mais uma vez que as características se mantinham, então foi decidido iniciar o desenvolvimento de uma nova raça canina.dogue brasileiro deve agir com agressividade somente quando necessário. A seleção por parte dos criadores, orientados pelo Bull Boxer Club, tem sido direcionada à guarda da casa, à proteção da pessoa e à propriedade em geral. Isto não quer dizer que o dogue brasileiro não tenha que se defender ou defender seu dono e sua família por agressão de outros animais quando necessário, inclusive cães. É um cão de porte físico potente e temperamento equilibrado, portanto não deve dar demonstrações de agressividade sem motivo.

segundo o padrão pela CBKC, sobre o aspecto geral: “cão de aspecto sólido, maciço e não esgalgado, sem parecer, no entanto, atarracado ou desproporcionalmente pesado. Deve dar impressão de agilidade e força, com músculos muito fortes, longos e marcados, dando a impressão de grande potência e impulsão. Ossos fortes.”

Deve pesar entre 29 e 42 kg para os machos (preferencialmente 38 kg) e de 23 a 37 kg (preferencialmente 31 kg) para as fêmeas. Sua altura na cernelha está compreendida entre 54 a 59 cm (preferencialmente 57 cm) para os machos e de 50 a 57 cm (preferencialmente 55 cm) para as fêmeas.

A trufa (área do nariz) deve ser preta e bem pigmentada. Quanto à pelagem, são aceitas todas as cores.

De acordo com o padrão: “curta (até 2,5cm na cernelha) ou média; densa; luzidia e áspera. É aceita, sem restrições, a variedade de pêlo médio, não devendo, no entanto o comprimento do pêlo, na altura da cernelha, ultrapassar 4,7cm.”.

Após várias gerações de Dogue Brasileiro, percebeu-se que nasciam exemplares de pêlo mais comprido em 3% dos casos. Após verificação genealógica, a conclusão que se chegou é que provavelmente algum boxer usado no cruzamento não fosse puro. Como não se considerou razoável desclassificar um cão com estrutura física em conformidade com o padrão por conta de um pêlo maior, foi aceito no padrão aqueles que possuem pêlo de até 4,7 cm na cernelha.

A mordedura do dogue brasileiro é em tesoura ou em torquês

de pelagen media

comentarios do sr .pedro dantas sobre sua criaçao,Em 4 de outubro de 1978, nascia a primeira ninhada de dogues brasileiros. Entre dois irmãos machos, nascia Tigresa de Tasgard, a que deu inspiração para que hoje centenas de pessoas, em todo o país, criassem o Dogue Brasileiro. Às vezes ficamos pensando como a simples gentileza a um vizinho, que veio pedir para que sua boxer fosse coberta com um dos nossos bull terriers, além de nossa curiosidade, nos levasse tão longe.

Era um dia gelado, apesar de já ser outubro, e nós nunca nos esqueceremos da velha Tina, que veio parir em nossa casa, e seus filhotes. Nossa pouca experiência como criadores, apenas dois anos e somente mais uma ninhada, nascida no calor do Rio de Janeiro, talvez tenham contribuído para que de oito, somente três sobrevivessem. Vimos Tigresa crescer e mostrar qualidades, que, em seu conjunto, ainda não havíamos podido presenciar, tanto físicas como psíquicas.

Tempos depois, corria 1983, uma outra boxer, de nome Duquesa, foi trazida, pelo amigo Oscar, para que fosse coberta pelo inesquecível Balder de Tasgard, um enorme bull terrier branco. Ao ver esses novos filhotes, suas semelhanças com os da primeira ninhada, vimos que poderíamos estar diante de uma nova raça, mas sabíamos das dificuldades de isso realizar. Afinal, para que criar uma nova raça? Para ser original? Não isso não valeria a pena. Questionamos a decisão. Estudamos raças parecidas, para ver se alguma delas teria as mesmas qualidades que encontramos nos cães que antes chamávamos de bull boxers. Não haveria nenhum sentido caso isso fosse conseguido. Realmente encontramos grandes cães de raças semelhantes; alguns nós até adquirimos e a eles nos afeiçoamos. Mas não encontramos as características iguais às que já tínhamos obtido.

Timidamente, em 1986, começamos a emitir os nossos pedigrees, apenas com o objetivo de controlar as linhas de sangue, o que fazemos até hoje. Em 1999, nos veio a grande alegria, quando a CBKC, após apreciar nosso trabalho, concluiu que o Dogue Brasileiro merecia constar entre as raças já reconhecidas por essa nobre entidade. Entramos na fase final de nosso esforço: a manutenção do trabalho, já realizado em Caxias do Sul, em nível nacional para a manutenção e aperfeiçoamento do temperamento de nossos cães. Nosso maior objetivo é conseguir um cão ágil e moderno para servir, como guarda fiel e confiável às famílias brasileiras, bem como delas ser o grande amigo.
APRECIAÇÃO DE CARÁTER PARA OS CÃES DOGUES BRASILEIROS
(Para tornar apto o cão ao título de campeão)

I – Para que se obtenha o Título de Campeão torna-se necessário que o cão passe pela apreciação de caráter, onde se averiguará:

lº – Possuir o animal condições temperamentais de caráter para que possa ser conduzido normalmente em qualquer meio, alheio a seu território, sem jamais, na ausência de ameaça, representar qualquer perigo a pessoas, não revelando desequilíbrio que demonstre agressividade gratuita;

2º – Possuir o animal condições temperamentais de caráter para que possa defender seu condutor, quando exigido.

A apreciação do caráter deverá ser simples e objetiva com o fito de avaliar as características temperamentais. Sua maior razão será conservar o temperamento firme e confiável da raça, preservando de forma constante, rotineira e compulsória seu equilíbrio de seu sistema nervoso. Quando se testa o temperamento de um cão, se testa sua efetiva capacidade de exercer sua função de defesa e, também, seu equilíbrio emocional. Os ataques indesejáveis que ocorrem com cães nos últimos tempos se devem quase que exclusivamente a total, ou quase total, ausência de comprovação do controle emocional em muitas raças. Isto cria uma situação em que os cães, no sentido psicológico, procriam aleatoriamente, não havendo, neste sentido, nenhum controle de seu temperamento tanto do ponto de vista de eficiência funcional como de se evitar que se tornem excessivamente agressivos. Só uma situação simulada de defesa poderá expor, para a entidade controladora, o real temperamento dos cães em todos os sentidos. O dogue brasileiro em vinte e um anos de criação, apesar de eficiente como guarda não pode se lamentar de um sequer ataque indesejável a pessoas o que comprova que equilíbrio e coragem normalmente caminham juntos e que as provas de temperamento a que as raças tem se submetido em todos esses anos provavelmente tenham contribuído para um selecionamento racional de seu plantel, bem como ensinar aos cães a distinguir situações de perigo das do cotidiano.

1º – O condutor conduzirá o cão com guia e este deverá permitir a aproximação de pessoas estranhas dentro do raio de ação da guia sem procurar atacá-las, ficando, em relação a elas, indiferente ou amistoso. O condutor poderá recusar a aproximação de pessoas que já tenham servido como figurantes, ou que tomem atitudes hostis.

2 º – Um figurante munido de manga adequada, ou proteção mais ampla de mesma natureza, provocará o cão que deverá reagir sem qualquer recuo, mordendo firmemente a manga. O figurante soltará a manga de três a seis segundos após o cão a haver abocanhado. O cão dentro de, no máximo, quatro segundos deverá soltar a manga e investir sobre o figurante, sendo seguro pelo condutor. O animal que não morder a manga, mas tentar efetiva e firmemente pegar diretamente o figurante será também considerado apto.

Os cães deverão apresentar perfeitas condições de saúde e higiene.

O cão se tornará apto psicologicamente, ou não, independentemente de sua classificação relativa aos demais. Somente obterá o título de Campeão o cão aprovado na prova acima e nas demais competições de estrutura comuns a todas as raças. Será considerado apto o cão que for aprovado por dois árbitros diferentes em duas ocasiões diferentes, distando uma da outra, no mínimo 30 dias.

Dada as características da apreciação de caráter do Dogue Brasileiro, onde o cão preferencialmente não investirá contra a manga, e, dada a impossibilidade de que se permita seu avanço contínuo, não haverá a obrigatoriedade do uso do enforcador de elos, podendo ser este substituído por uma coleira de couro, ou náilon. São proibidos, no entanto, os enforcadores de grampos. Isto vale tanto para apreciação de aptidão para Campeão, como para de Grande Campeão.

APRECIAÇÃO DE CARÁTER PARA APTIDÃO AO TÍTULO DE GRANDE CAMPEÃO NA RAÇA DOGUE BRASILEIRO

1 º – O condutor caminhará com o cão a seu lado, com uma guia, de no máximo 2,5 metros, e o cão deverá caminhar normalmente a seu lado sem exercer qualquer tensão na guia, por 40 segundos.

2 º – O condutor, ato contínuo, caminhará com mais velocidade, obrigando que o animal trote, e mudará várias vezes de trajeto, por mais quarenta segundos.

3 º – O condutor, verbalmente ou por mímica, comandará para que o cão permaneça imóvel, sentado e/ou deitado, e se afastará até, no mínimo, 10 metros, mantendo-se nesta posição por um minuto sem que o animal se desloque. Durante esse tempo, pessoas estranhas deverão, à distância chamar o cão que deverá manter a posição. Após decorrido o tempo de um minuto, sob autorização, o condutor chamará o cão que deverá vir a seu encontro.

4 º – Um figurante dará tiros de festim e o cão deverá tomar iniciativa de defesa, ou simplesmente ficará indiferente, sem demonstrar medo.

5 º – Um figurante escondido deverá atacar o cão de surpresa e este deverá, de imediato reagir, sem recuar mais de um metro. O cão poderá agir de três modos: não morder a manga, tentando atingir com decisão o figurante, ou morder a manga e mantê-la presa por, no mínimo, 10 segundos, soltando-a, sob comando do condutor. Se o cão soltar a manga antes de decorrido 10 segundos, mas demonstrar nítida intenção de atacar o figurante, será satisfatório. Sob comando do condutor o cão deverá suspender, no máximo em dez segundos, o ataque. O condutor só deverá comandar a suspensão do ataque com a paralisação das hostilidades por parte do figurante

6 º – O condutor deverá caminhar com o cão de seu lado com uma guia de seis metros solta, sem que o cão dele se afaste. Em seguida, deverá ordenar que o cão permaneça no local determinado e dele se afastar no limite da guia. Após 5 segundos o figurante entrará sem esboçar qualquer provocação e o cão deverá observa-lo com atenção sem se deslocar. O figurante se aproximará do cão até o limite de segurança da guia, ficando imóvel, de frente para o cão. Passados 20 segundos, com o animal sem se deslocar, o condutor deverá ordenar que o cão o defenda, sem que o figurante se mova, e o cão deverá obedecer. O restante da avaliação deste item seguirá os tempos e condutas do item anterior.

7 º – Decorridos um minuto, o árbitro deverá se aproximar do cão de maneira amistosa e este não deverá demonstrar nenhuma agressividade, demonstrando seu total equilíbrio e auto-confiança. Não serão aprovados cães de demonstrarem agressividade a outros cães, desde que não provocados. Os animais aprovados neste teste terão muito melhor chance de gerarem descendentes de bom caráter e com muito menor probabilidade de se envolverem em acidentes lamentáveis, e que mantenham a coragem e docilidade da raça. O cão se tornará apto, ou não, independentemente de sua classificação relativa aos demais. Somente obterá o Título de Grande Campeão o cão aprovado na prova acima e nas demais competições de estrutura comuns a todas as raças. Só será considerado apto o canino que for aprovado por dois árbitros diferentes em momentos diferentes, distando um do outro no mínimo sessenta dias.

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