cao de castro laboreiro

O Cão de Castro Laboreiro tem o nome do seu local de origem, uma freguesia perdida entre montanhas que se caracteriza por ter estado praticamente incomunicável com o exterior durante anos – falamos de Castro Laboreiro, no concelho de Melgaço.

Sendo um cão de gado, isto é, um cão que foi seleccionado anos para executar proteger os animais domésticos dos ataques dos predadores, terá tido uma origem comum às restantes raças nacionais de cães de gado. É considerada uma das raças caninas mais antigas da Península Ibérica.

Alguns autores afirmam que os cães de gado terão tido origem no afastado Dog do Tibete, utilizado pelos criadores de gado na Ásia, e que se expandiu por toda a Bacia do Mediterrâneo através das rotas de migração humanas e de transumância dos rebanhos para as regiões onde a criação de gado atingiu uma grande importância. A adaptação desses cães às condições ambientais específicas de cada região e as preferências morfológicas dos pastores locais terão resultado então na diferenciação das diferentes raças.Guardião de rebanhos por tradição e excelência. É espantoso observá-lo em acção, dá nas vistas, e daí que não seja apenas um extraordinário guarda que defende e que o guarda com valentia, é tão bom cão de guarda como de companhia, pela sua total dedicação ao dono e grande docilidade e afectuoso para com as crianças, não têm problemas com outras raças, tem-nos no entanto com estranhos, onde o seu comportamento muda bruscamente, revelando o seu instinto de guarda inato.É também um bom cão de guarda e de companhia, pela sua total dedicação ao dono e grande docilidade, nomeadamente com as crianças. É considerado um cão agressivo com estranhos, mudando o seu comportamento em situações de perigo e na presença de estranhos, revelando a sua grande capacidade de protector.

Foi ainda utilizado pelas forças de segurança (fuzileiros), para manutenção da ordem.Nota: A Assembleia-geral Extraordinária do Clube do Cão de Castro Laboreiro, aprovou por unanimidade, em 10 de Julho de 1993, a seguinte alteração da altura da raça: machos de 58 a 68 cm (com tolerância de ± 1 cm) e fêmeas de 55 a 61 cm (com tolerância de ± 1 cm). Esta proposta foi aprovada por unanimidade e posteriormente submetida à aprovação do Clube Português de Canicultura. Depois de analisada pela sua Comissão Técnica, foi aprovada na Assembleia-geral Extraordinária do Clube Português de Canicultura realizada em 24 de Agosto de 1993.

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